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Mostrando postagens com o rótulo economia

O Grito da Independência - 7 de setembro

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No dia 7 de setembro de 1822, foi declarada a 𝕚𝕟𝕕𝕖𝕡𝕖𝕟𝕕𝕖𝕟𝕔𝕚𝕒 do Brasil da Metrópole Portugal, em meio a um cenário de 𝐜𝐫𝐢𝐬𝐞, 𝐩𝐨𝐛𝐫𝐞𝐳𝐚 𝐞 𝐫𝐞𝐭𝐫𝐚ç𝐚𝐨 𝐧𝐨𝐬 𝐧𝐞𝐠𝐨𝐜𝐢𝐨𝐬 na vida nacional. Na verdade, a história da “Independência” inicia em 1808, com a coroa portuguesa fugindo das tropas francesas que invadiram Portugal, mudando-se para o Brasil. Esta fuga financiada pela Inglaterra, que estava interessada expandir seus mercados de produtos e de crédito e aumentar seu leque de fornecedores de matérias-primas. Apoiou não apenas política e economicamente, como também militarmente. Neste momento, a economia brasileira vivia em crise, desde o final do século XXVIII, que segundo Furtado, em Formação Econômica do Brasil, era o “estancamento de suas exportações” A Primeira Cortesia de Portugal com a Inglaterra foi a quebra do exclusivo colonial, por meio da abertura dos portos, favorecendo as mercadorias britânicas com taxas aduaneiras menores para entrar no Brasi...

Vida Acadêmica - Mestrado

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Os principais desafios e superações de uma mestranda: não se nasce uma mestra da noite para o dia Minha mesa de estudos na sala do Semapa - DPP (saudades...) A vida acadêmica exige uma grande dedicação. A minha experiência com o mestrado acadêmico foi muito intensa e de muito aprendizado. Depois de três meses pós-defesa de dissertação, decidi compartilhar essa vivência acadêmica. Eu sou graduada em Ciências Econômicas, pela UFRN. Durante a graduação, aprendi muito e me apaixonei pela vida acadêmica. Tive a oportunidade de ser durante três anos, aluna de Iniciação Científica. Foi minha primeira experiência com grupo de pesquisa, proximidades com professores universitários, apresentação de trabalhos em congressos e organização de eventos acadêmicos. Apesar de muito intensa, essa primeira experiência, foi uma fase de encantamentos pela academia. A dureza e realidade começaria no mestrado.  Fiz o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Estudo Urbanos e Regionais da UFRN. ...

A Lei de Say e a TV brasileira

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 Por Fábio Nascimento  fabbio.n@gmail.com Jean Baptiste Say (1767-1832) foi um economista francês pertencente à chamada Economia Clássica, primeira escola moderna do pensamento econômico, cuja obra principal foi o livro A Treatise on Political Economy (1803). Nesse trabalho, Say propõe uma teoria sobre a preservação do poder de compra que ficou conhecida como Lei dos mercados ou simplesmente Lei de Say. Segundo essa Lei, a produção (oferta) acarretaria em mais produção, sendo a moeda apenas um meio de troca. Não entendeu? Então vamos à definição dada pelos keynesianos [1] ao criticar o modelo econômico clássico: “a oferta cria sua própria demanda”. Isso significa que tudo que for produzido numa economia será consumido pelos seus agentes. No longo prazo, é até plausível que essa situação se concretize; entretanto, no curto prazo, não se pode garantir que as pessoas gastarão toda sua renda consumindo tudo aquilo que foi produzido. Está certo, mas o que isso tem ...

Juventude - esperança social

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Gostaria de iniciar este meu post com um pedido de desculpas aos leitores do Blog Economia e Outras Coisas por ter deixado o blog meses sem novas postagens. Este pedido de desculpas vem acompanhado com um presente a todos os leitores do Blog, que é a postagem do Discurso do Paraninfo - Turma de Ciências Econômicas-UFRN 2012.2, o Querido e Severo Mestre Dr. Marconi Silva. Apesar de rigidez de um pai que educa, possui o coração de uma mãe que dedica toda atenção a todos seus pupilos. O belíssimo discurso a seguir nos faz refletir sobre nossas escolhas, nossas lutas, nossos sonhos. " MENSAGEM AOS CONCLUINTES DO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO PERÍODO LETIVO 2012.2 Marconi Gomes da Silva (Paraninfo)          De partida, quero registrar que acolhi com profunda alegria o convite, a mim formulado, para assumir a condição de paraninfo da turma que ora conclui o Curso de Ciências Econômicas. Então, quero, ao mesmo tempo, agradecer pela si...

Quem ganha e quem perde com o fim da SUDENE?

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[PEREIRA, William E. N. Quem ganha e quem perde com o fim da SUDENE? Diário de Natal , Natal/RN, Ano II, Nº18, 26 mai. 2001. Da Vínci Textos Acadêmicos.] O Nordeste brasileiro experimentou um extraordinário crescimento econômico, desde a década de sessenta, mas este crescimento mostra tendências visíveis de concentração e exclusão: concentração fundiária, de rendas e exclusão social dos segmentos mais pobres da região. Sem dúvida, a atuação do Estado na região, constitui-se no principal estímulo ao crescimento econômico e de desenvolvimento social. A Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) apresenta-se como um dos principais órgãos de intervenção do setor público na região. Criada a partir do Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento do Nordeste (GTDN), a SUDENE transformou-se, na década de 60, no principal órgão de desenvolvimento do Nordeste. É consenso para inúmeros estudiosos, a significativa importância da SUDENE no desenvolvimento da economia nordest...

Notas Sobre a Questão Fiscal no Brasil: o embate fiscal entre a União e os governos subnacionais nas décadas de 1980 e 1990 e a instabilidade da manutenção do pacto nacional

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RESUMO Este trabalho tem a pretensão de colocar em discussão a manifestação da questão fiscal brasileira tal como evidenciada nas décadas de 1980 e 1990. Defende-se que a Constituição de 1988 transferiu poderes fiscais aos estados e municípios obedecendo a uma ordem política e econômica interna onde os governadores e prefeitos dos grandes municípios, carentes das transferências do governo central – ocorridas durante a década de 1970 – encontraram ambiente propício para reivindicarem autonomia fiscal. A conclusão parcial que se atinge para esse processo foi que as oligarquias estaduais passaram por um momento histórico de fortalecimento econômico e político e um comprometedor endividamento dos governos subnacionais. Todavia, na década de 1990, atendendo às determinações do FMI e demais agências internacionais, o governo central passou a recentralizar a arrecadação fiscal e exigir maior rigor nas contas (gastos) dos governos subnacionais....

O Urbano em Processo e a Égide do Capital Mercantil

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RESUMO Este trabalho tem como objetivo precípuo participar do debate sobre o fenômeno urbano no Brasil. A tese que defendemos é que o urbano é um fenômeno em processo, portanto, em constante transformação. Este processo de transformação contínua é conduzido pelo capital mercantil, principal agente coordenador da acumulação capitalista na esfera da circulação. Ademais, registramos em diferentes momentos desse trabalho que o urbano é o locus catalisador de diversos conflitos: Sociais, econômicos, políticos, culturais, etc. Com base nessa complexidade, deixamos claro que não tem como conceituá-lo de forma precisa. Assim, o mais importante é tentar entendê-lo em seu movimento contraditório de construção e de destruição enquanto espaço social constituído utilizando-se para tanto a transdisciplinaridade envolvida no esforço de compreensão do mesmo. O fenômeno urbano enquanto produto da acumulação do capital ocorre em qualquer realidade socia...

O DESCOMPASSO SUB-REGIONAL NORDESTINO: o caminho oposto à integração econômica

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SILVA, Rebeca; ARAÚJO, Denílson. O Descompasso Sub-regional Nordestino: o caminho oposto à integração econômica. “XVII Seminário de Pesquisa do CCSA-UFRN”. Natal/RN, 25 de maio a 01 de junho de 2012, 13 p. As transformações econômicas ocorridas no Nordeste a partir do período desenvolvimentista (1950) foram determinantes na formação econômica regional. Nesse período, ocorreu uma forte intervenção do Estado no sentido modernizar as estruturas produtivas no Nordeste, objetivando reduzir as discrepâncias macrorregionais brasileira. Para isso, o Estado, através da SUDENE, conduziu políticas de desenvolvimento de forma a integrar a nação. Porém, a missão de levar recursos a uma região subdesenvolvida não foi fácil. Uma vez que o capital tende a migrar apenas para aqueles solos que proporcionem a sua reprodução. Desta forma, alguns estados nordestinos foram mais beneficiados do que outros por conterem melhores estruturas para a...

CARACTERIZAÇÃO, ANÁLISE E SUGESTÕES PARA ADENSAMENTO DAS POLÍTICAS DE APOIO A APLs IMPLEMENTADAS NOS ESTADOS - Rio Grande do Norte

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Segue abaixo informações sobre a Pesquisa realizada pelos professores do DEPEC_UFRN, sobre APLs. Projeto:  Análise do Mapeamento e das Políticas para Arranjos Produtivos Locais no Norte, Nordeste e Mato Grosso e dos Impactos dos Grandes Projetos Federais no Nordeste Nota Técnica 05:  CARACTERIZAÇÃO, ANÁLISE E SUGESTÕES PARA ADENSAMENTO DAS POLÍTICAS DE APOIO A APLs IMPLEMENTADAS NOS ESTADOS Rio Grande do Norte: Equipe Estadual Coordenadora: Valdênia Apolinário Pesquisadores: Maria Lussieu da Silva Odair Lopes Garcia João Matos Filho Denílson da Silva Araújo Rosangela dos Santos Alves Pequeno Estévani Pereira de Oliveira Yuri César de Lima e Silva Estagiários: Franciane Alves Cardoso Para ver relatório na integra clique aqui

Preconceitos: entraves ao desenvolvimento cultural

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Operários - Tarsila do Amaral    Obra que evidencia as diversas etnias  que constroem a nação. Peço licença aos nossos estimados visitantes para expor-lhes uma inquietação que tem me perturbado o espírito desde quando tomei conhecimento de jovens brasileiros utilizando a internet para cometer atos criminosos contra negros, judeus, homossexuais e nordestinos.   Sendo filho de mãe negra e autêntico nordestino, me entristece a tamanha falta do que fazer desses jovens. O que os motiva a sentir prazer e se divertir ao atar fogo em um ser humano, a ter preconceitos contra índio, negros, amarelos (como eu), gordos e magros, altos e baixinhos, cabeludos e carecas. Para nós brasileiros o que há de mais autêntico é que somos maravilhosamente miscigenados. Somos a síntese genética entre índios, brancos e negros, entre brasileiros, europeus e africanos. É assim que somos autênticos. Esta síntese não nos apequena e não nos torna uma sub-raça. Adem...